OOOOOOOOOOMMMMMMMMM… Colega da advocacia, quando você ouve falar em meditação, mindfullness, lhe vem à mente o mantra acima, e/ou a imagem de algum místico sentado em posição de lótus? Não, não é isso. Ou, pelo menos, não é só isso. Este texto se propõe a ampliar sua percepção sobre o tema. Mais do que isso: vou trazer uma explicação básica sobre como meditar, e vou fazer, sim, propaganda para que você comece e, principalmente, possa comprovar por si mesmo(a) os resultados para sua vida e para sua carreira no Direito! Afinal, nós advogados trabalhamos com provas, correto? Pois bem. Primeiro, vamos falar sobre a meditação em si. É importante desvencilhar a técnica milenar de qualquer
Quer resolver aquela pendenga civil, trabalhista ou criminal, seja extrajudicial ou em processo judicial, já que ao menos por enquanto “não tem conversa” entre as partes? Quer um Brasil melhor, capaz de fazer valer seu potencial natural, turístico, cultural, populacional, criativo? E o que os Mestres do Universo (He-Man, Esqueleto, essa turma) têm a ver com isso? SERES POLITIZADOS: AO ATAQUE! Começamos pela política. É possível mudar o Brasil colocando-se em prática poucas palavras. E no final digo como a disputa pelo Castelo de Greyskull pode ajudar nessa missão. Bom, a parte das crianças fica para depois; por enquanto vamos falar sobre algumas coisas de adulto. Polarização é a palavra do momento. Heróis e vilões.
Como podemos vencer ou “pontuar” melhor na profissão? Acabaram as Olimpíadas 2020(21) em Tóquio, nas quais mais do que nunca se falou do “jogo mental”. Talvez até devido às condições mentais complexas e inéditas às quais os participantes estiveram submetidos, dado as peculiaridades do momento global.[1] Aliás, não só eles… Também acabou nesta sexta a FENALAW, maior evento jurídico da América Latina, da qual tive a oportunidade de participar, e que proporcionou muitos insights sobre a advocacia e o Direito no século XXI. Em meio a isso, resolvi dar uma olhada no livro “O jogo interior do tênis”, de Timothy Galley, clássico que comprei há algum tempo mesmo sem nunca ter entrado numa quadra de
Obviamente, quem está começando não tem experiência. Mas o mercado exige experiência, a qual não se pode conseguir sem começar. O começo tende mesmo a ser muito desafiador. Como lidar com este paradoxo? O que fazer para iniciar na advocacia criminal, sem nenhuma experiência prática? Neste vídeo, trazemos algumas dicas práticas para quem quer começar na advocacia criminal, e falamos um pouco sobre o que é a mentoria para advogados criminalistas. Comente seu início, e os desafios da falta de experiência, ficaremos felizes em conhecer outras perspectivas. Fabricio Almeida Carraro Treinador jurídico, mentor e advogado
Todo início tende a ser complicado. E muitas vezes, quando iniciamos algo, erramos querendo acertar. Na advocacia os erros devem ser neutralizados ou minimizados, e se houver consequências, que sejam para nós profissionais, e nunca para o cliente. Depois de muitos anos exercendo a advocacia criminal, chegamos à conclusão de que existem erros comuns cometidos em especial pelos iniciantes. Um dos mais comuns, por exemplo, é utilizar o raciocínio do processo civil no processo penal. O processo civil é utilizado apenas analogicamente, como por exemplo o STJ já decidia em relação ao art. 489, §1º do CPC, antes do advento da lei 13.964/2019. Neste vídeo, falamos sobre os principais erros cometidos pelo criminalista iniciante. Concorda?




