Liderar é sobre pessoas, sobre o ser humano. Sobre gestão de si mesmo, gerenciar os próprios pensamentos e as próprias emoções. Sobre traçar metas e objetivos concretos. Sobre se comunicar de maneira eficaz com a equipe. Tem a ver com a jornada do herói ou da heroína. A liderança no âmbito da advocacia tem suas nuances, claro. Mas em essência não se diferencia muito da liderança em outros contextos. Se quiser saber mais, ouça o podcast que gravamos na Advise sobre o tema, o link está abaixo: https://open.spotify.com/episode/29KABIm6J2MpKvEJ1avEyF Esperamos que seja útil para sua advocacia e para seu escritório. Fabricio Almeida Carraro Treinador jurídico e advogado
Você quer ver seu nome na lista de aprovados, quer uma vaga em um cargo público ou nos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil? Está difícil manter a motivação com tanto volume de material para estudar? É complicado traçar um plano estratégico? Falta desenvolver alguma ou algumas habilidades, além de conhecer o conteúdo do edital? Pois é, costuma ser custoso passar no Exame de Ordem, em concursos públicos, em provas em geral. A grande maioria não passa, é uma realidade estatística. E o que têm os poucos que logram o sucesso? Como fazem? O que pensam? Como lidam com a ansiedade? Como conseguem a persistência necessária para estudar até passar? Claro, todos sabemos: não
Advogado criminalista, seja sincero: nossa realidade não é nada fácil, sob vários aspectos, certo? Muitas vezes nos posicionamos contra tudo e contra todos, no “último degrau da escada, ao lado do acusado”, como lembra Carnelutti. Nossa profissão é para os fortes, para os guerreiros, para aqueles que não desistem e seguem as próprias convicções, buscando Justiça e liberdade independentemente do que pensam as massas. Me parece inegável, também, que o começo da carreira de advogado é mais difícil ainda, por várias razões. Também sofri muito no começo, sei como é. Dizem que nada substitui o talento. Concordo, talento tem a ver com vocação. Mas acredito que nada substitui a experiência também. Atuo há quase dezoito
ou “Direito ao sossego na prática: os benefícios de estar off-line + detox digital em 4 passos” Na primeira parte, deixamos a singela semente de uma reflexão sobre eventual futuro debate jurídico acerca do direito subjetivo (?) de estar off-line. Na ocasião, falávamos inclusive sobre a possibilidade de escolha a ser conferida à pessoa, pela eventual “imposição” externa, ou mesmo interna, de estar online, vez que já há demonstrações de que empresas criam diversificadas fórmulas para manter o indivíduo conectado. Iniciamos inclusive a discussão acerca de o direito de estar desconectado se afigurar uma faceta do direito à intimidade e à vida privada. E na obra “Direitos fundamentais e qualidade de vida”, ao analisar, como o
ou “Advogado officeless“, ou “Guia do advogado mochileiro das galáxias” 1º de maio. 2020. Restrições à locomoção em muitos lugares. Quarentena para uns, muitas vezes significando home-office. Enquanto isso, muita gente precisa sair de casa, não tem opção. Profissionais de saúde, de higiene, de segurança são considerados heróis de nossos dias. Tantos outros também têm de sair de casa, porque exercem ou colaboram com serviços essenciais. Particularmente, depois de mais de quarenta dias morando na zona rural, em contato com a natureza, contato do qual tanto gosto, posso afirmar: é possível ter um escritório na mochila. Percebo que muitas das coisas que estão na minha sala do escritório, e em meu escritório de casa, na




